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SUMMARY:LAB: VARINIA CANTO VILA
DESCRIPTION:Distâncias e Proximidades\nTrata-se de um laboratório de dança e reflexão onde se explora a noção de encontro entre as pessoas através do corpo em movimento e da palavra. \nA ideia de encontro aqui se articula por meio da prática de examinar o que nos aproxima e o que nos distancia: de outras pessoas\, outros modos de vida\, ideias\, experiências ou sensibilidades. Ao longo da oficina\, serão propostos encontros com diferentes entidades — humanas e não humanas\, familiares ou abstratas\, reais ou conceituais — a fim de conectar os participantes com o que lhes é próximo\, bem como com aquilo de que tendem a se distanciar. \nInspirado nas noções de espaço topológico e espaço geométrico\, essas explorações serão realizadas como uma prática situada\, que tecerá um mapa relacional: uma paisagem de relações entre corpos\, ideias\, afetos e espaço\, dentro e fora do estúdio de trabalho. \nDestinatários: bailarinos profissionais\, artistas\, estudantes de dança e de outras artes performativas\nNúmero máximo de participantes: 20\nParticipação: gratuita\, sujeita à lotação disponível. As vagas são preenchidas por ordem de chegada.\nInscrição: mediante preenchimento de formulário\, disponível AQUI \n___ \nVarinia Canto Vila (Santiago do Chile\, 1976) é bailarina\, coreógrafa e investigadora. A sua prática criativa recente desenvolve-se na interseção entre arte e política. Em 2016\, iniciou um projeto de investigação sobre a relação entre a lei e o movimento; em 2023\, criou a peça cénica Maneras de Salir\, que aborda as distâncias e proximidades entre as pessoas e as suas realidades socioeconómicas e políticas; e\, em 2024\, estreou MUNDOS\, baseada na noção de sociedade fragmentada. Apresentou o seu trabalho na Bélgica\, Argentina\, Polónia e Chile. Formou-se como bailarina na Universidade do Chile\, em 1987\, e na escola P.A.R.T.S.\, na Bélgica\, em 1999. Em 2014\, obteve um mestrado em Arte e Política pela Goldsmiths University (Reino Unido) e\, em 2017\, concluiu uma pós-graduação na a.pass\, em Bruxelas — cidade onde viveu durante 24 anos\, colaborando com diversos artistas e coreógrafos da cena independente de dança/performance. Como bailarina\, trabalhou com Meg Stuart\, Moriah Evans\, Las Delíricas e Javiera Peón-Veiga\, no Chile\, entre outros. \nFoto: Vicente Palma
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SUMMARY:A Coleção do meu Pai - AMINA | Sete Anos / Companhia de Dança do Seixal / CLÁUDIA DIAS (PT)
DESCRIPTION:AMINA\, o segundo capítulo do ciclo de criação A Coleção do Meu Pai (2023-2033)\, parte do livro Cerromaior\, de Manuel da Fonseca\, para imaginar uma cidade fictícia. O processo de criação inclui uma antecâmara de investigação coletiva e sessões de dança comunitária\, reunindo uma equipa intergeracional\, intercultural e multidisciplinar. \nDo livro Cerromaior extraiu-se a ideia de olhar para um território específico\, neste caso\, a Margem Sul\, uma zona periférica aos centros de poder\, habitada por pessoas cada vez mais diversas\, mas unidas por um fator comum: a opressão persistente do capitalismo. A peça observa o quotidiano dessas pessoas\, abordando questões triviais mas impactantes\, como a qualidade dos transportes públicos\, o acesso aos cuidados de saúde\, a pobreza energética nas habitações\, entre outras.\nOs intérpretes trouxeram ainda outras referências que moldaram o trabalho\, nomeadamente a Mesa Verde\, de Kurt Jooss\, uma peça criada entre as duas guerras mundiais\, que estabelece um paralelismo com os tempos atuais e oferece um contexto mais amplo; o livro Dias Úteis\, de Patrícia Portela\, que inspirou a ideia de jogo e do dispositivo cénico; e as vozes e palavras do Grupo de Ação Cultural – Vozes na Luta\, um coletivo de cantores e músicos politicamente empenhados\, nascido durante o período revolucionário em Portugal. \nO resultado destas combinações é uma peça composta por múltiplos jogos\, onde a palavra\, o ritmo\, o corpo e a manipulação de objetos transmitem a veracidade possível deste território e do seu pulsar. O tom é cru\, irónico\, cínico e indignado\, situando-a fora dos limites do politicamente correto. \n\nFicha Artística\nDirecção artística: Cláudia Dias\nTexto: Colectivo\nInterpretação: Beatriz Rodrigues\, Cláudia Dias\, Mayara Pessanha\, Roge Costa e Xullaji\nMúsica original: Xullaji\nDirecção técnica e iluminação: Nuno Borda d’Água\nApoio técnico de som: Ruca Lacerda\nFigurinos: Aldina Jesus Atelier\nMaquete: José Borges e Mayara Pessanha\nComunicação e imprensa: Raquel Cunha\nFotografia: Alípio Padilha\nDirecção de produção: Lina Duarte\nProdução: Companhia de Dança do Seixal / Sete Anos\nCoprodutores: Câmara Municipal do Seixal\, Câmara Municipal de Matosinhos / Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery\, TAGV – Teatro Académico de Gil Vicente\nCoprodução em residência: O Espaço do Tempo\nApoios: República Portuguesa – Cultura\, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes\, Fundação Calouste Gulbenkian\nParceiros: Casa da Dança (Almada)\, Clube Recreativo e Desportivo de Miratejo\, Media Partner\, CoffeePaste\nApoio à divulgação: Antena 2\, Avante!\nNota: A Sete Anos possui declaração de entidade de Interesse Cultural pelo Ministério da Cultura\, Juventude e Desporto. \n\nCláudia Dias é coreógrafa\, performer\, formadora\, diretora dos projetos Sete Anos Sete Peças\, Sete Anos Sete Escolas\, A Coleção do Meu Pai e ARECA. É fundadora da SETE ANOS / Companhia de Dança do Seixal\, onde exerce funções de direção artística e de coreógrafa. Iniciou a sua formação em dança na Academia Almadense\, foi bolseira na Companhia de Dança de Lisboa\, concluiu o Curso de Formação de Intérpretes de Dança Contemporânea no Fórum Dança e o Mestrado em Artes Cénicas na Universidade Nova de Lisboa (UNL). Foi bailarina no Grupo de Dança de Almada\, artista associada da Re.Al e do Espaço do Tempo\, e artista residente no Alkantara. Foi nomeada para o Prémio de Melhor Coreografia\, em 2013 e 2017\, pela SPA. As suas peças foram\, por diversas vezes\, eleitas pela crítica nacional entre os melhores trabalhos do ano. \n\nM/6 \n  \nBilhetes\nFórum Municipal Romeu Correia\nPraça da Liberdade\, Almada\nReservas: +351 21 272 49 22 | auditorio@cma.m-almada.pt \n  \nFoto: ©AlipioPadilha
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SUMMARY:MANERAS DE SALIR | VARINIA CANTO VILA (CL)
DESCRIPTION:Partindo de uma investigação sobre a coreografia enquanto forma de tornar visíveis as relações sociais\, alimentada pelos textos da académica espanhola Victoria Pérez-Royo e da francesa Virginie Despentes\, que abordam a ideia de sair do “próprio corpo” e a criação de um “corpo revolucionário”\, Varinia Canto Vila criou Maneras de Salir. Uma performance que explora a distância e a proximidade\, propondo uma reflexão sobre a construção social em que cada pessoa se move no seu quotidiano. \n“O que encontramos nesta criação é que as nossas vidas decorrem numa infinidade de distâncias sociais\, económicas\, ideológicas\, emocionais\, de estilo de vida que nos distanciam e\, ao mesmo tempo\, nos unem”\, afirma a coreógrafa chilena. \nCom um toque de humor e ironia\, três bailarinos oscilam entre diferentes pontos do espaço\, tanto interiormente como no lugar que ocupam na sala. “O que proponho é que o corpo não se revela através da identificação\, mas sim através do posicionamento”\, explica a criadora. “A posição que assumimos em relação a outra pessoa manifesta-se de forma clara e\, ao mesmo tempo\, relativa\, dependendo de com quem estamos a falar. Na obra\, perguntamo-nos: De que lugar se está a falar? Quando estamos num lugar\, quantos espaços habitamos ao mesmo tempo? Quais são as verdadeiras distâncias entre um ponto e outro?” \n\nFicha Artística\nConceito e coreografia: Varinia Canto Vila\nInterpretação: Rodrigo Chaverini\, Poly Rodriguez Sanhueza e Varinia Canto Vila\nCriação sonora: Loreto Ríos Montecinos\nDesenho de luz: Eduardo Cerón\nApoio: Centro Nave e Centro Gabriela Mistral\nApoio na 6.ª Transborda: Iberescena \n\nVarinia Canto Vila (Santiago do Chile\, 1976) é bailarina\, coreógrafa e investigadora. A sua prática criativa recente desenvolve-se na interseção entre arte e política. Em 2016\, iniciou um projeto de investigação sobre a relação entre a lei e o movimento; em 2023\, criou a peça cénica Maneras de Salir\, que aborda as distâncias e proximidades entre as pessoas e as suas realidades socioeconómicas e políticas; e\, em 2024\, estreou MUNDOS\, baseada na noção de sociedade fragmentada. Apresentou o seu trabalho na Bélgica\, Argentina\, Polónia e Chile. Formou-se como bailarina na Universidade do Chile\, em 1987\, e na escola P.A.R.T.S.\, na Bélgica\, em 1999. Em 2014\, obteve um mestrado em Arte e Política pela Goldsmiths University (Reino Unido) e\, em 2017\, concluiu uma pós-graduação na a.pass\, em Bruxelas — cidade onde viveu durante 24 anos\, colaborando com diversos artistas e coreógrafos da cena independente de dança/performance. Como bailarina\, trabalhou com Meg Stuart\, Moriah Evans\, Las Delíricas e Javiera Peón-Veiga\, no Chile\, entre outros. \n\nM/6 \n  \nFoto: ©MilaErcoli
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LOCATION:Teatro Municipal Joaquim Benite – Sala Principal\, Av. Prof. Egas Moniz\, Almada\, 2804-503\, Portugal
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SUMMARY:LAB / PERFORMANCE: CARAVANSERÁ com GUSTAVO CIRÍACO
DESCRIPTION:Lab –  2.ª feira a sex. – 18h às 22h\nApresentação: 16 de maio\, sábado às 17h\nUm carnaval sensorial e cinético\, inspirado na obra relacional da artista carioca Maria José de Figueiredo Ciríaco (Rio de Janeiro\, 1939–2020) — Maria & José\, a Rainha dos Bons-Ecos. Os caravanserais eram postos de repouso comuns na Rota da Seda\, que ligava o Mediterrâneo ao Extremo-Oriente. Construídos em torno de um pátio\, funcionavam como verdadeiros locais de troca e descanso\, e foram grande inspiração para Maria José na conceção do seu Quintal das Artes como espaço de repouso e partilha. \nPoeta e trovadora\, Maria José teve uma produção artística prolífica\, onde vida e arte se entrelaçam numa poética multiforme e multivoz. A sua arte\, como ela própria definia\, era DETER-GENTE. \nPara o Lab/Performance na TRANSBORDA\, o projeto ganha um novo impulso\, investindo na investigação dos padrões de movimento quotidianos e nas diferentes formas de percorrer a arquitetura urbana\, tendo como referência as práticas festivas da Folia de Reis\, festejo do folclore tradicional brasileiro que celebra a visita dos Três Reis Magos\, abrindo e fechando o Natal. \nNo Lab/Performance\, os participantes são convidados a experienciar a arquitetura urbana como espaço de passagem\, desenho e transformação rítmica\, num cortejo interativo com o público. \nLocal: Casa da Dança – Ponto de Encontro\nDestinatários: bailarinos profissionais\, artistas\, estudantes de dança e de outras artes performativas\nNúmero máximo de participantes: 30\nParticipação: gratuita\nInscrição: mediante preenchimento de formulário\, disponível AQUI\nRequisitos obrigatórios: disponibilidade durante todo o período da residência e participação na apresentação pública \n___ \nGustavo Ciríaco (Rio de Janeiro\, 1969) é coreógrafo e artista transdisciplinar brasileiro. A sua prática articula dança\, artes visuais e performance em projetos site-specific\, que investigam as relações entre corpo\, espaço e imaginação\, numa investigação contínua da presença\, da perceção e da arte expandida de fazer dança. Apresentou obras e intervenções em instituições e festivais como Haus der Kulturen der Welt e Tanz im August (Berlim)\, Museu de Serralves e Teatro Rivoli (Porto)\, Mercat de Flors (Barcelona)\, Casa Encendida (Madrid)\, Tokyo Wonder Site (Tóquio)\, Digital Art Center (Taipé)\, Bienalsur (Buenos Aires)\, Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro)\, Crossing the Line (Nova Iorque)\, Belas Artes Projects (Manila)\, Nave (Santiago)\, Fundação Calouste Gulbenkian\, Culturgest e Museu Berardo (Lisboa)\, entre outros. O seu trabalho propõe experiências sensíveis que ativam o espaço e o público\, tornando-o parte integrante da obra.
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LOCATION:Casa da Dança – Ponto de Encontro\, Rua Trindade Coelho\, 3\, Almada\, 2800-297\, Portugal
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SUMMARY:CARAVANSERÁ | GUSTAVO CIRÍACO (PT/BR)
DESCRIPTION:CARAVANSERÁ é um cortejo urbano\, uma folia intergeracional. O projeto toma o nome dos postos de repouso seculares comuns na Rota da Seda\, travessia dos desertos entre o Médio Oriente e a Ásia. Estes pontos seguros de uma longa jornada ofereciam proteção aos viajantes de percurso prolongado. Caravanserá é\, assim\, a criação de um carnaval sensorial coreografado\, inspirado na obra relacional da artista carioca Maria José de Figueiredo Ciríaco (Rio de Janeiro\, 1939–2020). Poeta\, trovadora\, escritora de autocarro\, educadora\, performer\, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Carlos Drummond de Andrade e do Monsenhor Félix\, Bispo do Araguaia\, Maria José desenvolveu uma produção artística prolífica\, onde vida e arte se entrelaçam numa poética multiforme\, multivoz. Entre uma arte neoconcreta livre\, a poesia falada e escrita\, os seus trabalhos combinam performance\, o desenho e a sua teoria\, a trova\, a canção infantil\, a fotografia e o recreamento conceitual. \nNa TRANSBORDA\, o projeto ganha um novo impulso\, explorando os padrões de movimento do quotidiano e as formas de atravessar a arquitetura urbana. Inspira-se também nas práticas festivas da Folia de Reis\, celebração do folclore tradicional brasileiro que assinala a visita dos Três Reis Magos e marca a abertura e o fecho do Natal.\nNeste cortejo interativo pelas ruas de Cacilhas\, o público é convidado a experienciar a cidade como espaço de passagem\, desenho e transformação rítmica\, onde brincar é Deter-Gente. \n\nFicha Artística\nConcepção e direcção artística: Gustavo Ciríaco\nAssistência de direcção: Sara Zita Correia\nCenografia e colaboração artística: João Gonçalo Lopes\nFigurino: Gustavo Ciríaco e Vivi Curtis em parceria com A Avó Veio Trabalhar\nComposição samba original: Dado Amaral\nCostureira: Sol Costa\nDirecção de produção: And Lab (Luís Fernandes\, Mariana Pimentel e Rita Maia)\nAdministração e gerência financeira: Missanga Antunes – Per Form Ativa\nParceiros: Pó-de-vir-a-ser (Évora)\, Centro de Arte Moderna – Fundação Gulbenkian (Lisboa)\, Museu de Serralves (Porto)\nRealização: Per Form Ativa \n\nGustavo Ciríaco (Rio de Janeiro\, 1969) é coreógrafo e artista transdisciplinar brasileiro. A sua prática articula dança\, artes visuais e performance em projetos site-specific\, que investigam as relações entre corpo\, espaço e imaginação\, numa investigação contínua da presença\, da perceção e da arte expandida de fazer dança. Apresentou obras e intervenções em instituições e festivais como Haus der Kulturen der Welt e Tanz im August (Berlim)\, Museu de Serralves e Teatro Rivoli (Porto)\, Mercat de Flors (Barcelona)\, Casa Encendida (Madrid)\, Tokyo Wonder Site (Tóquio)\, Digital Art Center (Taipé)\, Bienalsur (Buenos Aires)\, Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro)\, Crossing the Line (Nova Iorque)\, Belas Artes Projects (Manila)\, Nave (Santiago)\, Fundação Calouste Gulbenkian\, Culturgest e Museu Berardo (Lisboa)\, entre outros. O seu trabalho propõe experiências sensíveis que ativam o espaço e o público\, tornando-o parte integrante da obra. \n\nM/6 \nFoto: ©Gonçalo Lopes
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SUMMARY:CHAMA CHAMA CHAMA | JOSEFA PEREIRA (PT/BR)
DESCRIPTION:Há este nosso campo. Um lugar que contém e\, ao mesmo tempo\, emana\, aquece e chama. Por vezes\, isto assemelha-se a um confronto: como a boca de um urso\, de um jacaré\, de um enxame\, de piranhas. Somos essas danças-mordidas-de-bicho\, abocanhadas pelo encontro.\nQuem chega também pode deixar-se atrair\, ser mordido\, inflamar. Movemo-nos ininterruptamente\, e aqui estamos porque há coisas que só podem existir em simultâneo\, que só se geram quando ocorrem ao mesmo tempo. Há muito tempo que nos esquecemos de como; por isso\, lembrar deverá ser\, aqui\, um gesto de total invenção. \nChama Chama Chama é uma peça-convite: um encontro ao longo de cinco dias\, em que os artistas experimentam adentrar e transbordar o arquivo de experiências e práticas que compõem esta obra em constante transformação. É um lugar para habitar em transformação\, algo que se faz e se refaz a partir dos diversos corpos que pensam movendo-se\, e que se fazem dançando. Corpos que fazem do calor e do transbordamento a sua estratégia e vitalidade. Um trabalho que confunde obra e processo artístico\, memória e imaginação\, sonho e vigília; algo entre manchar-se e desmanchar-se\, entre ser um e ser muitos. \n\nFicha Artística\nDirecção e criação: Josefa Pereira\nCoimaginação com a direcção: Natália Mendonça\nPerformers: Andrei Bessa\, Daniel Lühmann\, Josefa Pereira\, Natália Mendonça\, Nina Botkay\nPerformers em chamas anteriores: Maurício Alves\, Marcela Costa\, PH Veríssima\, Iolanda Sinatra\, Everton Ferreira\, Mel Baba\, Yi Gonçalves\, Mariza Virgolino\nElenco de criação Campo Força Chama: Josefa Pereira\, Natália Mendonça\, Nina Botkay e Vânia Doutel Vaz\nFigurinos: a partir do conceito de Nina Botkay com transformações propostas por Maíra Mesquita e Josefa Pereira\nTrilha sonora: Agatha Cigarra e Luisa Lemgruber\nDesenho de luz: a partir do conceito de Ana Carocinho\, redesenho e operação Ska Batista\nFotos: Micaela Wernicke\nVídeos: Patrícia Black e Iago Mati\nAdministração financeira: Pitoreskaousadia\nProdução: Kora Criativa / Hannya Melo \n\nJosefa Pereira (BR/PT) é artista de dança\, atuando entre coreografia\, performance\, luz e dramaturgia. Concluiu o mestrado DAS Choreography – AHK (Países Baixos)\, como bolseira da Fundação Gulbenkian\, e licenciou-se em dança e performance na Comunicação das Artes do Corpo – PUC-SP (Brasil)\, como bolseira do programa PROUNI. Participou também no PACAP I\, promovido pelo Fórum Dança (Portugal). Com forte orientação para a prática e investigação\, a sua abordagem artística envolve o engajamento com materialidades disponíveis e ao alcance da mão\, capazes de emergir como fabulosas\, encantadas ou monstruosas. Nessa relação entre corpos humanos e mais-que-humanos\, prioriza o fazer colaborativo e a cooperação como gestos fundamentais da criação.\nPara além do seu trabalho autoral e das atividades de ensino\, que incluem aulas e workshops\, Josefa atua como performer e colabora na dramaturgia\, acompanhando artistas nos seus diversos processos de criação. Integra o grupo de estudos Matéria Leve\, expandindo a sua prática coreográfica para o campo da iluminação cénica. Entre os seus trabalhos destacam-se: Mandíbula e Égua\, em parceria com a artista Patrícia Bergantin; a trilogia Bestiário PINK: Hidebehind\, Glimpse e Calor; e atualmente Chama Chama Chama. \n\nM/12 \nFoto: ©MicaelaWernicke
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SUMMARY:LAB: MARCELA LEVI e LUCÍA RUSSO
DESCRIPTION:Montar\, desmontar\, remontar\nTrata-se de um laboratório de dança e reflexão onde se explora a noção de encontro entre as pessoas através do corpo em movimento e da palavra. \nNeste laboratório\, destinado a profissionais e estudantes de dança\, a dupla de coreógrafas Marcela Levi & Lucía Russo partilhará aspetos fundamentais das questões artísticas que orientam a performatividade e a dramaturgia das peças da Improvável Produções. \nNum primeiro momento\, será trabalhada a multifacetação do corpo através da condução multidirecional das massas ósseas\, ativada pela força de empurrar e pelo impulso de forças de imantação. Num segundo momento\, dedicamo-nos a entrelaçar matérias distantes no tempo e no espaço. Reconhecer ressonâncias e ecos\, na busca de pontos em comum entre corpos distintos\, ajuda na tessitura de uma trama feita de forças em tensão: montar\, desmontar\, remontar. \nDestinatários: bailarinos profissionais\, artistas\, estudantes de dança e de outras artes performativas\nNúmero máximo de participantes: 20\nParticipação: gratuita\, sujeita à lotação disponível. As vagas são preenchidas por ordem de chegada.\nInscrição: mediante preenchimento de formulário\, disponível AQUI \n___ \nEm 2010\, as coreógrafas Marcela Levi (Rio de Janeiro\, Brasil) e Lucía Russo (Patagónia\, Argentina)\, que atuam na área da dança de investigação no Brasil e no estrangeiro há mais de 30 anos\, fundaram no Rio de Janeiro a Improvável Produções\, uma plataforma de formação\, pesquisa e criação. Levi & Russo seguem uma direção polifónica\, em que diferentes posições inventivas se entrecruzam num processo que acolhe linhas desviantes\, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva\, e não como polaridades autoexcludentes. Com um repertório que combina danças\, músicas\, vozes e pensamentos de diferentes tempos e lugares\, a Improvável afirma a dança contemporânea como um campo expandido de convivência e pensamento crítico. Entre as suas criações destacam-se: c h ãO\, 3 contra 2: Psico Trópicos e o que é o coro. coro\, esta última comissionada para os 32 bailarinos do Balé da Cidade de São Paulo. \nFoto: Bea Borges\nColagem: Ícaro Gaya
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SUMMARY:3 CONTRA 2: PSICO TRÓPICOS| IMPROVÁVEL PRODUÇÕES / MARCELA LEVI E LUCÍA RUSSO (BR)
DESCRIPTION:Os ritmos de 3 contra 2 constituem uma polirritmia muito presente na música afro-brasileira e na música eletrónica. No discurso feminista\, a noção de polirritmia é usada para visualizar o ritmo de grupos tradicionalmente ignorados e para desafiar narrativas que foram escritas a partir de um ritmo dominante. \n3 contra 2: Psico Trópicos\, criação recente da Improvável Produções\, toma emprestada da música esta noção de polirritmia – a justaposição de ritmos – para pensar e praticar a convivência entre diferentes de forma não separatista\, permitindo que ritmos distintos soem juntos e gerem novos acordes.\nSegundo o pensador indígena Ailton Krenak\, a floresta tropical é uma teia de vidas entrelaçadas. Na floresta\, os caminhos são curvos; há sombras\, plantas que matam e plantas que curam\, rasteiras e frondosas. A floresta balança\, é cheia de meandros\, desníveis\, sons\, muitos sons. A floresta delira; sob a terra\, as raízes tramam\, perfuram e enredam os seus braços que crescem para baixo\, para cima e para os lados. A floresta sussurra mitos\, pulsa e expulsa rumores e miragens: Psico Trópicos. A floresta é entrelaçada\, é polirritmia. \n3 contra 2: Psico Trópicos é um exercício de imaginação que busca entrelaçar distâncias. A peça é tecida entre três performers como uma rede\, onde linhas em tensão e distorções temporais contornam espaços vazios\, intervalos\, suspensões\, pausas\, espaços de ressonância de uma narrativa não linear que procura aproximar geometria e psicodelia. \nO estilo Old Way do movimento Vogue caracteriza-se pela formação de linhas\, simetria e precisão\, e inspira-se nos hieróglifos egípcios. L’Après-midi d’un faune\, a primeira coreografia de Nijinsky\, foi inspirada nos movimentos de frisos gregos\, afrescos egípcios e assírios. Em ambos\, Old Way e L’Après-midi d’un faune\, o erótico está fortemente presente. \nE se o Fauno\, entidade híbrida e encantada das florestas\, dos mitos e do balé de Nijinsky\, se cruzar com a geometria queer do estilo Old Way do movimento Vogue\, e com rotações e serpenteios inspirados em Oxumaré\, orixá feminino e masculino que se move entre o céu e a terra? E se o mito egípcio de Ísis e Osíris se transformar num Rap? E se o nome do deus Pã ecoar — Pã Pã Pã Pã — fazendo soar a Quinta Sinfonia de Beethoven? Será que a multidão delira ou será Pã Pã Pã Pânico\, terror e explosão\, multidão em polvorosa? \n\nFicha Artística\nConcepção e direcção: Marcela Levi & Lucía Russo\nPerformance e cocriação: Lucas Fonseca (Legendary 007)\, Martim Gueller e Romec\nTexto: Joana Levi\nAssistência: Lucas Fonseca\nPreparação corporal: Lucas Fonseca\, Lucía Russo e Marcela Levi\nDirecção técnica e desenho de luz: Laura Salerno\nDesenho de som: Levi\, Russo e Gueller\nFigurino: Levi & Russo\nTécnico de som: Luciano Siqueira\nProdução: Improvável Produções\nCoprodução: Julidans\, CCN de Caen en Normandie dans le cadre de l’Accueil-studio\, Sítio Canto da Sabiá e Something Great\nApoio: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro / Secretaria Municipal de Cultura\, O Rumo do Fumo e Retomada Cultural RJ 2 / Estado do Rio de Janeiro / Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa \n\nEm 2010\, as coreógrafas Marcela Levi (Rio de Janeiro\, Brasil) e Lucía Russo (Patagónia\, Argentina)\, atuam na área da dança de investigação no Brasil e no estrangeiro há mais de 30 anos\, fundaram no Rio de Janeiro a Improvável Produções\, uma plataforma de formação\, pesquisa e criação. Levi & Russo seguem uma direção polifónica\, em que diferentes posições inventivas se entrecruzam num processo que acolhe linhas desviantes\, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva\, e não como polaridades autoexcludentes. Com um repertório que combina danças\, músicas\, vozes e pensamentos de diferentes tempos e lugares\, a Improvável afirma a dança contemporânea como um campo expandido de convivência e pensamento crítico. Entre as suas criações destacam-se: c h ãO\, 3 contra 2: Psico Trópicos e o que é o coro. coro\, esta última comissionada para os 32 bailarinos do Balé da Cidade de São Paulo. \n\nM/14 \nFoto: ©RenatoMangolin
URL:https://transborda.org/event/chama-chama-chama-josefa-pereira-pt-br-2/
LOCATION:Teatro do Bairro Alto\, R. Ten. Raul Cascais 1 A\, Lisboa\, Lisboa\, 1250-268\, Portugal
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