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SUMMARY:MANERAS DE SALIR | VARINIA CANTO VILA (CL)
DESCRIPTION:Partindo de uma investigação sobre a coreografia enquanto forma de tornar visíveis as relações sociais\, alimentada pelos textos da académica espanhola Victoria Pérez-Royo e da francesa Virginie Despentes\, que abordam a ideia de sair do “próprio corpo” e a criação de um “corpo revolucionário”\, Varinia Canto Vila criou Maneras de Salir. Uma performance que explora a distância e a proximidade\, propondo uma reflexão sobre a construção social em que cada pessoa se move no seu quotidiano. \n“O que encontramos nesta criação é que as nossas vidas decorrem numa infinidade de distâncias sociais\, económicas\, ideológicas\, emocionais\, de estilo de vida que nos distanciam e\, ao mesmo tempo\, nos unem”\, afirma a coreógrafa chilena. \nCom um toque de humor e ironia\, três bailarinos oscilam entre diferentes pontos do espaço\, tanto interiormente como no lugar que ocupam na sala. “O que proponho é que o corpo não se revela através da identificação\, mas sim através do posicionamento”\, explica a criadora. “A posição que assumimos em relação a outra pessoa manifesta-se de forma clara e\, ao mesmo tempo\, relativa\, dependendo de com quem estamos a falar. Na obra\, perguntamo-nos: De que lugar se está a falar? Quando estamos num lugar\, quantos espaços habitamos ao mesmo tempo? Quais são as verdadeiras distâncias entre um ponto e outro?” \n\nFicha Artística\nConceito e coreografia: Varinia Canto Vila\nInterpretação: Rodrigo Chaverini\, Poly Rodriguez Sanhueza e Varinia Canto Vila\nCriação sonora: Loreto Ríos Montecinos\nDesenho de luz: Eduardo Cerón\nApoio: Centro Nave e Centro Gabriela Mistral\nApoio na 6.ª Transborda: Iberescena \n\nVarinia Canto Vila (Santiago do Chile\, 1976) é bailarina\, coreógrafa e investigadora. A sua prática criativa recente desenvolve-se na interseção entre arte e política. Em 2016\, iniciou um projeto de investigação sobre a relação entre a lei e o movimento; em 2023\, criou a peça cénica Maneras de Salir\, que aborda as distâncias e proximidades entre as pessoas e as suas realidades socioeconómicas e políticas; e\, em 2024\, estreou MUNDOS\, baseada na noção de sociedade fragmentada. Apresentou o seu trabalho na Bélgica\, Argentina\, Polónia e Chile. Formou-se como bailarina na Universidade do Chile\, em 1987\, e na escola P.A.R.T.S.\, na Bélgica\, em 1999. Em 2014\, obteve um mestrado em Arte e Política pela Goldsmiths University (Reino Unido) e\, em 2017\, concluiu uma pós-graduação na a.pass\, em Bruxelas — cidade onde viveu durante 24 anos\, colaborando com diversos artistas e coreógrafos da cena independente de dança/performance. Como bailarina\, trabalhou com Meg Stuart\, Moriah Evans\, Las Delíricas e Javiera Peón-Veiga\, no Chile\, entre outros. \n\nM/6 \n  \nFoto: ©MilaErcoli
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LOCATION:Teatro Municipal Joaquim Benite – Sala Principal\, Av. Prof. Egas Moniz\, Almada\, 2804-503\, Portugal
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SUMMARY:A Coleção do meu Pai - AMINA | Sete Anos / Companhia de Dança do Seixal / CLÁUDIA DIAS (PT)
DESCRIPTION:AMINA\, o segundo capítulo do ciclo de criação A Coleção do Meu Pai (2023-2033)\, parte do livro Cerromaior\, de Manuel da Fonseca\, para imaginar uma cidade fictícia. O processo de criação inclui uma antecâmara de investigação coletiva e sessões de dança comunitária\, reunindo uma equipa intergeracional\, intercultural e multidisciplinar. \nDo livro Cerromaior extraiu-se a ideia de olhar para um território específico\, neste caso\, a Margem Sul\, uma zona periférica aos centros de poder\, habitada por pessoas cada vez mais diversas\, mas unidas por um fator comum: a opressão persistente do capitalismo. A peça observa o quotidiano dessas pessoas\, abordando questões triviais mas impactantes\, como a qualidade dos transportes públicos\, o acesso aos cuidados de saúde\, a pobreza energética nas habitações\, entre outras.\nOs intérpretes trouxeram ainda outras referências que moldaram o trabalho\, nomeadamente a Mesa Verde\, de Kurt Jooss\, uma peça criada entre as duas guerras mundiais\, que estabelece um paralelismo com os tempos atuais e oferece um contexto mais amplo; o livro Dias Úteis\, de Patrícia Portela\, que inspirou a ideia de jogo e do dispositivo cénico; e as vozes e palavras do Grupo de Ação Cultural – Vozes na Luta\, um coletivo de cantores e músicos politicamente empenhados\, nascido durante o período revolucionário em Portugal. \nO resultado destas combinações é uma peça composta por múltiplos jogos\, onde a palavra\, o ritmo\, o corpo e a manipulação de objetos transmitem a veracidade possível deste território e do seu pulsar. O tom é cru\, irónico\, cínico e indignado\, situando-a fora dos limites do politicamente correto. \n\nFicha Artística\nDirecção artística: Cláudia Dias\nTexto: Colectivo\nInterpretação: Beatriz Rodrigues\, Cláudia Dias\, Mayara Pessanha\, Roge Costa e Xullaji\nMúsica original: Xullaji\nDirecção técnica e iluminação: Nuno Borda d’Água\nApoio técnico de som: Ruca Lacerda\nFigurinos: Aldina Jesus Atelier\nMaquete: José Borges e Mayara Pessanha\nComunicação e imprensa: Raquel Cunha\nFotografia: Alípio Padilha\nDirecção de produção: Lina Duarte\nProdução: Companhia de Dança do Seixal / Sete Anos\nCoprodutores: Câmara Municipal do Seixal\, Câmara Municipal de Matosinhos / Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery\, TAGV – Teatro Académico de Gil Vicente\nCoprodução em residência: O Espaço do Tempo\nApoios: República Portuguesa – Cultura\, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes\, Fundação Calouste Gulbenkian\nParceiros: Casa da Dança (Almada)\, Clube Recreativo e Desportivo de Miratejo\, Media Partner\, CoffeePaste\nApoio à divulgação: Antena 2\, Avante!\nNota: A Sete Anos possui declaração de entidade de Interesse Cultural pelo Ministério da Cultura\, Juventude e Desporto. \n\nCláudia Dias é coreógrafa\, performer\, formadora\, diretora dos projetos Sete Anos Sete Peças\, Sete Anos Sete Escolas\, A Coleção do Meu Pai e ARECA. É fundadora da SETE ANOS / Companhia de Dança do Seixal\, onde exerce funções de direção artística e de coreógrafa. Iniciou a sua formação em dança na Academia Almadense\, foi bolseira na Companhia de Dança de Lisboa\, concluiu o Curso de Formação de Intérpretes de Dança Contemporânea no Fórum Dança e o Mestrado em Artes Cénicas na Universidade Nova de Lisboa (UNL). Foi bailarina no Grupo de Dança de Almada\, artista associada da Re.Al e do Espaço do Tempo\, e artista residente no Alkantara. Foi nomeada para o Prémio de Melhor Coreografia\, em 2013 e 2017\, pela SPA. As suas peças foram\, por diversas vezes\, eleitas pela crítica nacional entre os melhores trabalhos do ano. \n\nM/6 \n  \nBilhetes\nFórum Municipal Romeu Correia\nPraça da Liberdade\, Almada\nReservas: +351 21 272 49 22 | auditorio@cma.m-almada.pt \n  \nFoto: ©AlipioPadilha
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LOCATION:Forúm Municipal Romeu Correia\, Praça da Liberdade\, Almada\, Setúbal\, 2800-648\, Portugal
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SUMMARY:LAB: VARINIA CANTO VILA
DESCRIPTION:Distâncias e Proximidades\nTrata-se de um laboratório de dança e reflexão onde se explora a noção de encontro entre as pessoas através do corpo em movimento e da palavra. \nA ideia de encontro aqui se articula por meio da prática de examinar o que nos aproxima e o que nos distancia: de outras pessoas\, outros modos de vida\, ideias\, experiências ou sensibilidades. Ao longo da oficina\, serão propostos encontros com diferentes entidades — humanas e não humanas\, familiares ou abstratas\, reais ou conceituais — a fim de conectar os participantes com o que lhes é próximo\, bem como com aquilo de que tendem a se distanciar. \nInspirado nas noções de espaço topológico e espaço geométrico\, essas explorações serão realizadas como uma prática situada\, que tecerá um mapa relacional: uma paisagem de relações entre corpos\, ideias\, afetos e espaço\, dentro e fora do estúdio de trabalho. \nDestinatários: bailarinos profissionais\, artistas\, estudantes de dança e de outras artes performativas\nNúmero máximo de participantes: 20\nParticipação: gratuita\, sujeita à lotação disponível. As vagas são preenchidas por ordem de chegada.\nInscrição: mediante preenchimento de formulário\, disponível AQUI \n___ \nVarinia Canto Vila (Santiago do Chile\, 1976) é bailarina\, coreógrafa e investigadora. A sua prática criativa recente desenvolve-se na interseção entre arte e política. Em 2016\, iniciou um projeto de investigação sobre a relação entre a lei e o movimento; em 2023\, criou a peça cénica Maneras de Salir\, que aborda as distâncias e proximidades entre as pessoas e as suas realidades socioeconómicas e políticas; e\, em 2024\, estreou MUNDOS\, baseada na noção de sociedade fragmentada. Apresentou o seu trabalho na Bélgica\, Argentina\, Polónia e Chile. Formou-se como bailarina na Universidade do Chile\, em 1987\, e na escola P.A.R.T.S.\, na Bélgica\, em 1999. Em 2014\, obteve um mestrado em Arte e Política pela Goldsmiths University (Reino Unido) e\, em 2017\, concluiu uma pós-graduação na a.pass\, em Bruxelas — cidade onde viveu durante 24 anos\, colaborando com diversos artistas e coreógrafos da cena independente de dança/performance. Como bailarina\, trabalhou com Meg Stuart\, Moriah Evans\, Las Delíricas e Javiera Peón-Veiga\, no Chile\, entre outros. \nFoto: Vicente Palma
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LOCATION:Casa da Dança – Ponto de Encontro\, Rua Trindade Coelho\, 3\, Almada\, 2800-297\, Portugal
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SUMMARY:PARTERRE | VOLMIR CORDEIRO (FR/BR)
DESCRIPTION:Parterre é um salão vivo orquestrado por Volmir Cordeiro\, onde cinco singularidades se entrelaçam\, colidem\, dialogam e transbordam até à plateia. Dando continuidade à exploração de gestos marginalizados e das relações sociais que os atravessam\, o coreógrafo concebe o palco como um lugar de encontro — um espaço onde o parterre\, o chão\, se torna terreno fértil para o entusiasmo. \nNesta criação\, dançam-se posições e figuras frequentemente consideradas frágeis ou vulneráveis. Cada gesto importa\, cada passo afirma o seu valor: nenhum movimento prevalece\, nenhum se impõe como superior. \nSobre um solo que evoca a terra\, os intérpretes celebram a proximidade\, o jogo livre e o impulso de estarem juntos\, sem receio da separação. Parterre transforma-se num território informal onde se encontram cidadãos\, trabalhadores\, artistas e pessoas comuns\, movidos por uma tenacidade vigilante. Deste espaço emergem formas de resistência\, de entretenimento e pequenas revoluções que aliviam o peso das restrições e abrem novos horizontes. \nPara Volmir Cordeiro\, Parterre assume-se como uma metáfora íntima\, reconectando-o às suas origens no interior do sul do Brasil. Através da intensificação de gestos frequentemente classificados como menores\, o coreógrafo revela a sua potência e transforma-os num gesto de reconciliação com o passado. \nRigorosa\, intensa e simultaneamente jubilatória\, a peça convoca a plateia para dentro da ação. Em determinados momentos iluminada\, torna-se parceira deste Parterre\, onde se cultivam laços e se partilha uma alegria inesperada. \n\nFicha Artística\nCoreografia: Volmir Cordeiro\nInterpretação: Élie Autin\, Marius Barthaux\, Volmir Cordeiro\, Lucia García Pulles\, Cassandre Moun\nCenografia: Hervé Cherblanc\nDesenho de luz: Eric Wurtz\nDesenho de som: Loup Gangloff\nFigurinos: Rubén Pioline Aronian e Volmir Cordeiro\nCostureira: Coco Blanvillain\nProdução: Donna Volcan\nCoprodução: Points Communs – Scène Nationale de Cergy-Pontoise; CDCN La Briqueterie – Vitry-sur-Seine; Charleroi Danse; CDCN La Place de la Danse; CNDC Angers; CCN Tours\nCom o suporte de (residências): Ballet Carte Blanche (Norway); CN D – Centre National de la Danse Pantin; Espace Pasolini Valenciennes; La Ménagerie de Verre\, Paris\nApoio à apresentação na 6.ª Transborda: Dançar na Primavera\, programa apoiado pelo Institut Français du Portugal/ Mais França \n\nVolmir Cordeiro (Brasil\, 1987) é doutorado em dança pela Universidade Paris 8 e frequentou o mestrado Essais no CNDC d’Angers. Artista e investigador\, colaborou com coreógrafos como Alejandro Ahmed\, Lia Rodrigues\, Cristina Moura\, Xavier Le Roy\, Emmanuelle Huynh\, Vera Mantero e Rodrigo García\, entre outros\, apresentando o seu trabalho em diversos festivais internacionais. \nFoi artista associado da Ménagerie de Verre (Paris) em 2015 e\, a partir de 2017\, do CN D em Pantin. Em 2018\, integrou os Ateliers Médicis como artista-pesquisador. É autor de Ex-Corpo (éditions carnets)\, publicado pelo CND. Entre 2021 e 2023\, foi artista associado à Points-Communs – Scène Nationale de Cergy e à La Briqueterie (CDCN). Em 2021\, recebeu o Prémio SACD de Jovem Talento Coreográfico. \nM/12 \n  \nFoto: ©Laurent Philippe
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LOCATION:Teatro Municipal Joaquim Benite – Sala Principal\, Av. Prof. Egas Moniz\, Almada\, 2804-503\, Portugal
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SUMMARY:ORAGE | DALILA BELAZA (FR)
DESCRIPTION:O torso e os braços de Dalila Belaza rasgam a escuridão de uma noite transfigurada\, enquanto a guitarra de Serge Teyssot-Gay ruge\, exulta e escava o ar. A intensidade cortante transporta e impulsiona\, celebrando as ruturas de um corpo que oscila da intimidade para o infinito — num estado extracorpóreo\, possivelmente fora deste mundo. \nNa experiência vívida de uma confiança mútua profunda\, Dalila Belaza e Serge Teyssot-Gay avançam por territórios até então inexplorados. Cruzam um limiar\, introduzem fraturas na realidade e convocam uma outra experiência de vida. \n“A música sempre me ajudou a atravessar muros\, começando pelos internos.” Dalila Belaza \n  \nDalila Belaza foi nomeada ao prémio SEDA 2024 organizado pela Fundação Gulbenkian. \n\nFicha Artística\nConceção\, direção artística e coreografia: Dalila Belaza\nBanda sonora original: Serge Teyssot-Gay\nDesenho de luz: Dalila Belaza\nColaboração no figurino: Christine-Sharmini Tilleke\nRealização do figurino: Atelier Osman Bindech\nPerformers: Dalila Belaza\, Serge Teyssot-Gay\nProdução: Association Jour – hiya compagnie\nCom o apoio de: Dance Reflections by Van Cleef & Arpels\nCoprodução: La briqueterie – CDCN Val-de-Marne; La Biennale de Lyon; Charleroi Danse – Centre Chorégraphique de la Fédération Wallonie-Bruxelles; Ballet Preljocaj – CCN Aix-en-Provence; Compagnie DCA / La Chaufferie; Fondation Royaumont\nApoio: Ministère de la Culture et de la Communication – DRAC Île-de-France; Région Île-de-France\nResidências: Maison de la danse\, Lyon; CN D Centre national de la danse; Ménagerie de Verre\nApoio à apresentação na 6.ª Transborda: Dançar na Primavera\, programa apoiado pelo Institut Français du Portugal/ Mais França \n\nDalila Belaza procura um território utópico onde o íntimo e o universal se encontram. Ao longo de duas décadas\, afirmou-se como intérprete e colaboradora artística da coreógrafa Nacera Belaza\, desenvolvendo uma investigação centrada na memória do corpo e na dança como percurso interior. \nEm 2020\, fundou a hiya compagnie\, estrutura que sustenta o desenvolvimento dos seus projetos autorais. Desde então\, criou Au cœur\, Figures\, Rive e Orage. \nO seu trabalho estabelece pontes entre a memória de práticas rituais e a linguagem da dança contemporânea. \nM/6 \n \nFoto: ©Pierre Gondard
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LOCATION:CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian – Sala Estúdio\, Rua Marquês de Fronteira 2\, Lisboa\, Lisboa\, 1050-078\, Portugal
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SUMMARY:OFICINAS: RAFAEL ALVAREZ I CLÁUDIA DIAS
DESCRIPTION:15h-17h\nDança Contemporânea 55+com Rafael Alvarez\nNesta oficina\, os participantes são desafiados a mergulhar no universo da dança e das artes performativas contemporâneas\, explorando formas de descobrir a criatividade através do corpo. Partindo do encontro entre o movimento e a dança com outros materiais\, como música\, imagens e espaço\, a oficina foca-se na exploração de metodologias de improvisação e criação em dança contemporânea e performance. \nDestinatários: Participantes com mais de 55 anos (-55 anos são bem-vindos!)\, com ou sem experiência em dança contemporânea\, motivados para desenvolver o seu potencial criativo e performativo através do movimento e da criação\, valorizando a sua experiência de vida. \nNúmero máximo de participantes: 30\nParticipação: gratuita \nInscrição: mediante preenchimento de formulário\, disponível AQUI  \n17h-19h30\nComposição em Tempo Real (CTR) com Cláudia Dias\nOficina na área da improvisação e composição\, que utiliza como ferramenta teórico-prática a Composição em Tempo Real (CTR)\, criada por João Fiadeiro. A CTR é uma ferramenta para lidar com o desconhecido\, uma vez que não existe um guião pré-definido. Neste sentido\, pode ser entendida como uma técnica de improvisação\, embora ultrapasse largamente essa classificação. \nA técnica opera através de um quadro estruturado – espacial\, temporal e funcional\, apoiado em princípios orientadores que guiam a prática. \nDestinatários: Pessoas com ou sem experiência anterior em CTR\, interessadas em formas de operar em coletivo e disponíveis para experimentar práticas de improvisação e composição com o corpo. \nNúmero máximo de participantes: 20\nParticipação: gratuita \nInscrição: mediante preenchimento de formulário\, disponível AQUI (a partir de 6 de abril) \nFoto: Pedro Ivo Carvalho
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LOCATION:Fórum Municipal Romeu Correia – Sala Pablo Neruda\, Praça da Liberdade\, Almada\, Setúbal\, 2800-648\, Portugal
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