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SUMMARY:CARAVANSERÁ | GUSTAVO CIRÍACO (PT/BR)
DESCRIPTION:CARAVANSERÁ é um cortejo urbano\, uma folia intergeracional. O projeto toma o nome dos postos de repouso seculares comuns na Rota da Seda\, travessia dos desertos entre o Médio Oriente e a Ásia. Estes pontos seguros de uma longa jornada ofereciam proteção aos viajantes de percurso prolongado. Caravanserá é\, assim\, a criação de um carnaval sensorial coreografado\, inspirado na obra relacional da artista carioca Maria José de Figueiredo Ciríaco (Rio de Janeiro\, 1939–2020). Poeta\, trovadora\, escritora de autocarro\, educadora\, performer\, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Carlos Drummond de Andrade e do Monsenhor Félix\, Bispo do Araguaia\, Maria José desenvolveu uma produção artística prolífica\, onde vida e arte se entrelaçam numa poética multiforme\, multivoz. Entre uma arte neoconcreta livre\, a poesia falada e escrita\, os seus trabalhos combinam performance\, o desenho e a sua teoria\, a trova\, a canção infantil\, a fotografia e o recreamento conceitual. \nNa TRANSBORDA\, o projeto ganha um novo impulso\, explorando os padrões de movimento do quotidiano e as formas de atravessar a arquitetura urbana. Inspira-se também nas práticas festivas da Folia de Reis\, celebração do folclore tradicional brasileiro que assinala a visita dos Três Reis Magos e marca a abertura e o fecho do Natal.\nNeste cortejo interativo pelas ruas de Cacilhas\, o público é convidado a experienciar a cidade como espaço de passagem\, desenho e transformação rítmica\, onde brincar é Deter-Gente. \n\nFicha Artística\nConcepção e direcção artística: Gustavo Ciríaco\nAssistência de direcção: Sara Zita Correia\nCenografia e colaboração artística: João Gonçalo Lopes\nFigurino: Gustavo Ciríaco e Vivi Curtis em parceria com A Avó Veio Trabalhar\nComposição samba original: Dado Amaral\nCostureira: Sol Costa\nDirecção de produção: And Lab (Luís Fernandes\, Mariana Pimentel e Rita Maia)\nAdministração e gerência financeira: Missanga Antunes – Per Form Ativa\nParceiros: Pó-de-vir-a-ser (Évora)\, Centro de Arte Moderna – Fundação Gulbenkian (Lisboa)\, Museu de Serralves (Porto)\nRealização: Per Form Ativa \n\nGustavo Ciríaco (Rio de Janeiro\, 1969) é coreógrafo e artista transdisciplinar brasileiro. A sua prática articula dança\, artes visuais e performance em projetos site-specific\, que investigam as relações entre corpo\, espaço e imaginação\, numa investigação contínua da presença\, da perceção e da arte expandida de fazer dança. Apresentou obras e intervenções em instituições e festivais como Haus der Kulturen der Welt e Tanz im August (Berlim)\, Museu de Serralves e Teatro Rivoli (Porto)\, Mercat de Flors (Barcelona)\, Casa Encendida (Madrid)\, Tokyo Wonder Site (Tóquio)\, Digital Art Center (Taipé)\, Bienalsur (Buenos Aires)\, Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro)\, Crossing the Line (Nova Iorque)\, Belas Artes Projects (Manila)\, Nave (Santiago)\, Fundação Calouste Gulbenkian\, Culturgest e Museu Berardo (Lisboa)\, entre outros. O seu trabalho propõe experiências sensíveis que ativam o espaço e o público\, tornando-o parte integrante da obra. \n\nM/6 \nFoto: ©Gonçalo Lopes
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LOCATION:Casa da Dança – Ponto de Encontro\, Rua Trindade Coelho\, 3\, Almada\, 2800-297\, Portugal
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SUMMARY:CHAMA CHAMA CHAMA | JOSEFA PEREIRA (PT/BR)
DESCRIPTION:Há este nosso campo. Um lugar que contém e\, ao mesmo tempo\, emana\, aquece e chama. Por vezes\, isto assemelha-se a um confronto: como a boca de um urso\, de um jacaré\, de um enxame\, de piranhas. Somos essas danças-mordidas-de-bicho\, abocanhadas pelo encontro.\nQuem chega também pode deixar-se atrair\, ser mordido\, inflamar. Movemo-nos ininterruptamente\, e aqui estamos porque há coisas que só podem existir em simultâneo\, que só se geram quando ocorrem ao mesmo tempo. Há muito tempo que nos esquecemos de como; por isso\, lembrar deverá ser\, aqui\, um gesto de total invenção. \nChama Chama Chama é uma peça-convite: um encontro ao longo de cinco dias\, em que os artistas experimentam adentrar e transbordar o arquivo de experiências e práticas que compõem esta obra em constante transformação. É um lugar para habitar em transformação\, algo que se faz e se refaz a partir dos diversos corpos que pensam movendo-se\, e que se fazem dançando. Corpos que fazem do calor e do transbordamento a sua estratégia e vitalidade. Um trabalho que confunde obra e processo artístico\, memória e imaginação\, sonho e vigília; algo entre manchar-se e desmanchar-se\, entre ser um e ser muitos. \n\nFicha Artística\nDirecção e criação: Josefa Pereira\nCoimaginação com a direcção: Natália Mendonça\nPerformers: Andrei Bessa\, Daniel Lühmann\, Josefa Pereira\, Natália Mendonça\, Nina Botkay\nPerformers em chamas anteriores: Maurício Alves\, Marcela Costa\, PH Veríssima\, Iolanda Sinatra\, Everton Ferreira\, Mel Baba\, Yi Gonçalves\, Mariza Virgolino\nElenco de criação Campo Força Chama: Josefa Pereira\, Natália Mendonça\, Nina Botkay e Vânia Doutel Vaz\nFigurinos: a partir do conceito de Nina Botkay com transformações propostas por Maíra Mesquita e Josefa Pereira\nTrilha sonora: Agatha Cigarra e Luisa Lemgruber\nDesenho de luz: a partir do conceito de Ana Carocinho\, redesenho e operação Ska Batista\nFotos: Micaela Wernicke\nVídeos: Patrícia Black e Iago Mati\nAdministração financeira: Pitoreskaousadia\nProdução: Kora Criativa / Hannya Melo \n\nJosefa Pereira (BR/PT) é artista de dança\, atuando entre coreografia\, performance\, luz e dramaturgia. Concluiu o mestrado DAS Choreography – AHK (Países Baixos)\, como bolseira da Fundação Gulbenkian\, e licenciou-se em dança e performance na Comunicação das Artes do Corpo – PUC-SP (Brasil)\, como bolseira do programa PROUNI. Participou também no PACAP I\, promovido pelo Fórum Dança (Portugal). Com forte orientação para a prática e investigação\, a sua abordagem artística envolve o engajamento com materialidades disponíveis e ao alcance da mão\, capazes de emergir como fabulosas\, encantadas ou monstruosas. Nessa relação entre corpos humanos e mais-que-humanos\, prioriza o fazer colaborativo e a cooperação como gestos fundamentais da criação.\nPara além do seu trabalho autoral e das atividades de ensino\, que incluem aulas e workshops\, Josefa atua como performer e colabora na dramaturgia\, acompanhando artistas nos seus diversos processos de criação. Integra o grupo de estudos Matéria Leve\, expandindo a sua prática coreográfica para o campo da iluminação cénica. Entre os seus trabalhos destacam-se: Mandíbula e Égua\, em parceria com a artista Patrícia Bergantin; a trilogia Bestiário PINK: Hidebehind\, Glimpse e Calor; e atualmente Chama Chama Chama. \n\nM/12 \nFoto: ©MicaelaWernicke
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